Páginas

Pesquisar este blog

quarta-feira, 9 de junho de 2010

A lógica de Albert Einstein

A lógica de Albert Einstein



Duas crianças estavam patinando num lago congelado da Alemanha. Era uma tarde nublada e fria, e as crianças brincavam despreocupadas. De repente, o gelo se quebrou e uma delas caiu, ficando presa na fenda que se formou.
A outra, vendo seu amiguinho preso e se congelando,tirou um dos patins e começou a golpear o gelo com todas as suas forças, conseguindo por fim quebrá-lo e libertar o amigo.
Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino:
- Como você conseguiu fazer isso?
É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo, sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis!
Nesse instante, o gênio Albert Einstein que passava pelo local, comentou:
Eu sei como ele conseguiu.
Todos perguntaram:
Pode nos dizer como?
É simples, respondeu o Einstein.
Não havia ninguém ao seu redor, para lhe dizer que não seria capaz.
Deus nos fez perfeitos e não escolhe os capacitados, capacita os escolhidos.
Fazer ou não fazer algo, só depende de nossa vontade e perseverança.

(Albert Einstein)

Conclusão: Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação.
Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você.
E o que os outros pensam, é problema deles.

Introdução a lógica Matemática

Introdução a lógica Matemática

A lógica antiga, moderna ou clássica não era plenamente formal, pois não era apática aos conteúdos das preposições nem às operações intelectuais do sujeito do conhecimento. Era atribuída a forma lógica o valor de falsidade ou verdade com base na falsidade ou verdade dos atos de conhecimento do sujeito e na irrealidade ou realidade dos objetos conhecidos. Em oposição a essa linha de pensamento, a lógica contemporânea, procura se tornar um cálculo simbólico, preocupando-se cada vez menos com o conteúdo material das preposições e com as operações intelectuais do conhecimento. Tornando-se plenamente formal.

A lógica descreve as formas, as relações e as propriedades das preposições, em decorrência da construção de um simbolismo regulado e ordenado que permite diferenciar linguagem cotidiana e linguagem formalizada. A linguagem formal nada tem a ver com a linguagem cotidiana, pois se trata de uma linguagem inteiramente construída por ela mesma, baseada no modelo da matemática.

Desde o período da Grécia Antiga, a matemática era considerada uma ciência baseada no intuito intelectual de verdades absolutas, existentes em si e por si mesmas, não dependendo de nenhuma interferência humana.

As figuras geométricas, os axiomas, os números, as operações algébricas, as operações aritméticas e os símbolos eram considerados verdades absolutas necessárias, universais, que existiriam com ou sem os homens e que permaneceriam existindo mesmo se os seres humanos desaparecessem. Porém, a partir do XVII passou-se a considerar a matemática uma ciência que resulta de uma construção intelectual, uma invenção do espírito humano.

Os entes matemáticos são puras idealidades construídas pelo pensamento ou pelo intelecto, que formula um conjunto rigoroso de regras, princípios, normas e operações para a criação de números, figuras, cálculos, símbolos, etc. Concluído que a matemática é uma ciência de formas e cálculos puros, organizados numa linguagem simbólica perfeita, na qual cada signo é um algoritmo, isto é, um símbolo com um único sentido.

Ref: Marilena Chaui, Convite à Filosofia.

Por Eliene Percília
Equipe Brasil Escola

Tabela Verdade 1

Lógica paracompleta

Uma oração pode não ser inteiramente verdadeira,nem inteiramente falsa.
Um exemplo de frase que pode ser assim classificada é:"José conhece a India".
Se ele nunca esteve lá, essa frase não é verdadeira.Mas se mesmo nunca tendo estado lá ele estudou a história da India por livros,filmes,fez amigos indus,viu muitas fotos da India,etc;essa oração também não é falsa.